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Governo de MT, União e prefeituras entregam apartamentos em Sinop e Lucas do Rio Verde nesta quinta-feira (24)

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O Governo de Mato Grosso, Governo Federal e prefeituras entregam, em parceria, 768 moradias e também lançam mais 3.645 nas cidades de Lucas do Rio Verde e Sinop nesta quinta-feira (24.4). O Estado subsidia as entradas de financiamento dos imóveis pelo programa SER Família Habitação.

Em Sinop, serão entregues às 9h as etapas 1 e 3 do Residencial Nico Baracat, que totalizam 576 unidades habitacionais. Na cidade, também acontece o lançamento do Residencial Rodhivi Morada do Bosque, com 1.645 moradias. O aporte do Governo de Mato Grosso é de R$ 2,6 milhões por meio do SER Família Habitação. As entregas ocorrem por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), do Governo Federal, que subsidia as parcelas da casa para famílias de baixa renda no programa Minha Casa Minha Vida.

Já em Lucas do Rio Verde, serão entregues 192 apartamentos que integram o primeiro módulo do Condomínio Águas do Cerrado, às 15h. Na mesma cidade também será lançado o empreendimento Residencial Jardim Esperança I, com 2 mil unidades. As moradias são entregues pela modalidade Entrada Facilitada do programa SER Família Habitação, que pode se somar aos demais benefícios do programa Minha Casa Minha Vida e o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

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O secretário Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo, e o governador Mauro Mendes estarão presentes na cerimônia.

Serviço

Entrega do Residencial Nico Baracat e lançamento do Residencial Rodhivi Morada do Bosque – Sinop
Horário: 9h
Local: av. Projetada, 1 – S/N

Entrega do Condomínio Águas do Cerrado – Lucas do Rio Verde
Horário: 15h
Local: Local: Av. das Nações – Parque das Américas

Lançamento do empreendimento Residencial Jardim Esperança I – Lucas do Rio Verde
Horário: 15h
Local: Plantão de Vendas da Construtora Pacaembu – Av. Pau Brasil, s/n, bairro Jardim Primavera.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Perícia ambiental da Politec auxilia na solução de crimes e na responsabilização de infratores

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Da análise de vestígios em locais de homicídio à investigação de crimes ambientais, o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) é fundamental para esclarecer ocorrências e subsidiar decisões da Justiça. Na área ambiental, a instituição atua na produção de provas técnicas que permitem identificar, dimensionar e comprovar danos causados aos recursos naturais em Mato Grosso.

A atuação é realizada pela Gerência de Perícias em Meio Ambiente (GPMA), unidade especializada na identificação, análise e quantificação de impactos provocados por atividades ilícitas contra a natureza.

Para o diretor-geral adjunto da Politec, Renato Simões, a perícia ambiental é uma ferramenta essencial para garantir a responsabilização de infratores e a preservação do patrimônio natural mato-grossense.

“A perícia ambiental é uma ferramenta essencial para a defesa do patrimônio natural de Mato Grosso. Por meio da ciência e da produção de provas técnicas, a Politec contribui para a responsabilização de infratores e para a preservação dos recursos naturais que são fundamentais para a qualidade de vida da população”, afirma.

Segundo o perito criminal George Adriano de Lamônica Araújo, o trabalho começa a partir do acionamento das autoridades policiais e envolve uma série de procedimentos técnicos para comprovar a materialidade do crime.

“A atuação da perícia ambiental é fundamentada na materialidade do ilícito ambiental. Nosso papel é constatar o dano, quantificar sua extensão, qualificar o impacto e, sempre que possível, determinar a autoria ou o nexo causal. O trabalho une o exame de campo à análise e ao processamento de dados geoespaciais”, explica.

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Principais ocorrências

Entre os crimes ambientais mais registrados em Mato Grosso estão o desmatamento ilegal, os incêndios florestais e queimadas irregulares, intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais, casos de poluição ambiental e infrações relacionadas à pesca ilegal.

Para identificar e comprovar essas práticas, os peritos analisam diferentes tipos de vestígios. Em ocorrências de desmatamento, por exemplo, são avaliadas as características da vegetação afetada, os limites da área degradada e os indícios de utilização de maquinário pesado.

Nos incêndios florestais, o foco está na identificação do ponto inicial do fogo e na delimitação da área atingida. Já nos casos de poluição ambiental, são coletadas amostras de água e sedimentos para exames laboratoriais capazes de identificar contaminantes e mensurar os impactos causados ao ecossistema.

Tecnologia como aliada

O trabalho pericial ambiental conta com tecnologias que ampliam a precisão das análises e fortalecem a produção de provas técnicas.

Imagens de satélite, drones e softwares especializados permitem mapear áreas degradadas, reconstruir a dinâmica dos danos ambientais e fornecer informações detalhadas para investigações e processos judiciais.

“O trabalho começa ainda na fase de planejamento, com a análise de séries temporais de imagens de satélite para compreender quando o dano ocorreu e qual era o estado original da área. Em campo, validamos essas informações, realizamos imageamento aéreo e coletamos evidências físicas para posterior elaboração do laudo”, destaca George.

Entre as principais ferramentas utilizadas estão a vetorização de imagens de satélite, o mapeamento por drones e a fotogrametria computacional, técnica que possibilita a criação de ortomosaicos e imagens georreferenciadas de alta resolução.

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A importância da prova técnica

Os laudos produzidos pela Politec são fundamentais para a responsabilização dos infratores e para a reparação dos danos ambientais.

“A perícia fornece a prova material do crime ambiental. Os laudos apresentam dados matemáticos, mapas de satélite e análises laboratoriais que subsidiam o trabalho do Ministério Público e do Poder Judiciário. Também realizamos a valoração dos danos ambientais, transformando os vestígios encontrados em elementos técnicos e jurídicos”, afirma o perito.

Além de demonstrar a existência do dano, a perícia delimita com precisão as coordenadas geográficas da área afetada, vinculando o ilícito à propriedade ou ao local de origem da infração e conferindo maior segurança jurídica aos processos.

Impactos para sociedade

Os crimes ambientais produzem consequências que vão além das áreas diretamente afetadas. O desmatamento compromete a biodiversidade, altera o regime de chuvas e impacta atividades econômicas importantes para o Estado.

As queimadas provocam problemas de saúde pública, especialmente entre crianças e idosos, devido à fumaça e à piora da qualidade do ar. Já a contaminação de rios e nascentes pode comprometer o abastecimento de água e afetar comunidades que dependem diretamente desses recursos.

E é nesse contexto que entra a perícia ambiental como papel estratégico ao produzir provas que auxiliam na responsabilização dos infratores e na reparação dos danos causados ao patrimônio natural.

Fonte: Governo MT – MT

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