Novas estradas, um hospital regional em construção e a entrega de um centro de eventos para receber moradores e visitantes. Esses são alguns dos investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso em Tangará da Serra, que somam R$ 1 bilhão nos últimos sete anos e contribuem diretamente para o desenvolvimento econômico e social do município, além do fortalecimento da logística regional.
Na infraestrutura, o Governo do Estado concluiu o asfalto de 37,61 quilômetros da MT-240, no trecho entre Tangará da Serra e Santo Afonso. Também está em andamento o asfalto novo de 121,95 quilômetros da MT-339, obra que recebe investimentos superiores a R$ 200 milhões, além da construção de asfalto em 38,60 quilômetros da MT-170/426 e de 30,72 km da MT-358.
Foto: Tonico Pinheiro/Secom-MT
Para melhorar a mobilidade e garantir mais segurança aos moradores, o Estado vai duplicar a ponte sobre o Rio Sepotuba, com 89,56 metros de extensão. Também construiu a ponte de concreto sobre o Rio Formoso, na MT-170, e transferiu aduelas de concreto para a substituição de pontes de madeira em rodovias vicinais. O município ainda recebeu 10.134 luminárias de LED de alto desempenho para modernizar a iluminação pública.
Na saúde, Tangará da Serra vai receber um Hospital Regional, que já está com 63% das obras executadas. A unidade contará com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI, entre adultos, pediátricos, neonatais e semi-intensivos neonatais, ampliando a oferta de atendimentos de média e alta complexidade para toda a região.
O município também ganhou um novo Centro de Eventos e Convenções, estrutura que fortalece o turismo de negócios e impulsiona a economia local.
Na educação, o Estado construiu a Escola Estadual Bento Muniz, reformou e construiu o refeitório da Escola Estadual Patriarca da Independência e ampliou a Escola Estadual Ministro Petrônio Portela. Além disso, realizou obras de modernização nas escolas estaduais Jonas Lopes da Silva, Pedro Alberto Tayano e Indígena Malamalali.
Foto: Michel Alvim – Secom/MT
O avanço da educação também passou pela tecnologia. Entre 2022 e 2024, o Governo de Mato Grosso entregou 4.095 Chromebooks para escolas estaduais de Tangará da Serra, fortalecendo a infraestrutura tecnológica da rede pública e ampliando o acesso dos estudantes às ferramentas digitais de aprendizagem.
No ensino superior, os investimentos fortaleceram o campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Tangará da Serra com uma nova área experimental de mais de 40 hectares para pesquisas agropecuárias, construção de novos centros de pesquisa e tecnologia, ampliação de laboratórios, reformas estruturais e modernização de salas de aula, ampliando a capacidade de formação, pesquisa e inovação da instituição.
Na área social, os investimentos do Governo de Mato Grosso alcançaram milhares de famílias por meio dos programas SER Família e SER Família Solidário. Foram distribuídas mais de 18,5 mil cestas básicas, 1,9 mil cestas de Natal e 4,1 mil cobertores para famílias em situação de vulnerabilidade. Os programas do SER Família também atenderam mais de 3,7 mil famílias nas modalidades Criança, Família, Idoso, Inclusivo, Mulher e Indígena. Já o SER Família Capacita qualificou 245 trabalhadores, ampliando oportunidades de emprego, geração de renda e inclusão social.
Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora
A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.
A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.
Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.
Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.
Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.
O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.
Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.
Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.
Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.
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