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Polícia Militar detém três faccionados com espingarda e drogas em Cáceres

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Policiais militares do 6º Comando Regional prenderam dois homens e apreenderam um adolescente, ambos faccionados, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, nesta quarta-feira (1.4), em Cáceres. Na ação, a PM apreendeu uma espingarda e porções de pasta base de cocaína.

As equipes do 6º Batalhão e da Força Tática atenderam o chamado de uma denúncia, via setor de inteligência, que informava sobre uma residência onde estariam ocorrendo atividades ilícitas, no bairro Vila Fifi.

Durante monitoramento no local, os policiais flagraram um homem deixando a residência denunciada com uma arma de fogo em mãos e entrando em um veículo Fiat Uno branco. Diante da suspeita, os militares iniciaram acompanhamento ao carro e abordaram o veículo, algumas ruas depois.

O automóvel era dirigido por um homem, de 51 anos, enquanto o adolescente, de 16 anos, estava como passageiro. Dentro do Uno, a arma de fogo foi encontrada, sendo uma espingarda de calibre 12, que estava desmuniciada.

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Os suspeitos foram detidos pela PM e retornaram até a residência inicial, para maiores buscas. De volta à casa, os policiais encontraram o terceiro suspeito, de 20 anos, além de 30 porções de pasta base de cocaína. Ao ser questionado pelos militares, ele confessou ser membro de uma facção e proprietário das drogas e da arma.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia de Cáceres e entregues à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e todas as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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