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Volkswagen suspende contratos de 800 funcionários em Taubaté

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Funcionários da fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP) passarão por layoff
Divulgação/Volkswagen

Funcionários da fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP) passarão por layoff

A Volkswagen vai realizar um layoff para 800 funcionários da fábrica de Taubaté a partir do dia 1º de agosto, informou nesta segunda-feira (17) o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau).

Segundo o sindicato, a montadora comunicou os trabalhadores na sexta-feira (14), quando também foi realizada uma assembleia dos funcionários na fábrica. O layoff, que é uma suspensão temporária de contrato de trabalho, vai durar de dois a cinco meses.

Os 800 funcionários representam cerca de um quarto dos 3,1 mil funcionários da fábrica da Volkswagen em Taubaté, que produz Polo Track.

“Infelizmente, a taxa de juros, a Selic, continua em 13,75% ao ano e inviabiliza a venda de carros novos, já que dois terços dessas vendas são feitas por financiamento. Com isso, as montadoras têm enfrentado um acúmulo de veículos em estoque nos pátios”, afirma Claudio Batista, presidente do Sindmetau.

Segundo o sindicato, a Volkswagen havia afirmado que não faria mais layoffs neste ano por conta do programa do governo federal em descontos populares . Após a manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano em junho, porém, os planos da montadora foram modificados.

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A reportagem entrou em contato com a Volkswagen, que não retornou até a publicação desta matéria.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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