ECONOMIA

União cria pacote de medidas contra importadoras chinesas nesta semana

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação
Oédson Alves/Agência Brasil – 05/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação

O governo federal deve lançar ainda nesta semana um pacote de medidas contra o que classifica de “contrabando digital” , ou seja, importadoras que se aproveitam de brechas no sistema aduaneiro para evitar impostos.

A ideia inicial foi suspender o limite de US$ 50 a qual pessoas físicas têm direito à isenção, no entanto, após polêmica, a iniciativa foi frustrada.

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Agora, fala-se em “plano de conformidade” para as empresas, ou seja, o pacote de medidas será enviado para as companhias, que precisariam se adequar às novidades. As importadoras precisariam preencher uma declaração antecipada sobre os produtos que entram no país.

Segundo a colunista do g1, Ana Flor, compradores de produtos de sites internacionais serão informados no futuro dos preços totais dos produtos já com a cobrança do imposto de importação de 60%.

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A intenção do pacote é fazer com que a União consiga arrecadar impostos dessas empresas, além de facilitar o comércio no Brasil.

O governo ressalta, no entanto, que não será criado nenhum imposto, e sim aumentará a fiscalização sobre os sites que tentam burlar a legislação nas compras do e-commerce.

A equipe do ministro Fernando Haddad e ele pessoalmente conversaram com representantes das empresas asiáticas Shein, AliExpress e Shopee nas últimas semanas para que elas façam a adesão ao plano de conformidade.

Embora o governo evite citar nominalmente as companhias, são elas as que estão na mira da União.

Além de assinar o plano de conformidade, elas seriam obrigadas a respeitar a legislação brasileira, inclusive o código de defesa do consumidor.



Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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