ECONOMIA

Tebet diz que Galípolo será ‘voz do governo’ no BC

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Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal
José Cruz/ Agência Brasil – 30/03/2023

Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), disse nesta segunda-feira (8) que a indicação do ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo , para a diretoria de Política Monetária do Banco Central (BC) foi uma “boa escolha” e representará “a voz do governo” dentro da autoridade monetária.

“Galípolo é aquele profissional experiente que está pronto para qualquer missão e que pode ocupar qualquer cargo. Vai contribuir e muito para pacificar essa pauta, que já deu o que tinha de dar em matéria de politização. Ele é uma pessoa preparada, que vai ser a voz do governo federal, também do Brasil dentro do Banco Central”, afirmou.

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Em conversa com jornalistas, Tebet disse que Galípolo no BC “tem tudo para dar certo”, já que ele tem boa relação com o presidente da instituição, Roberto Campos Neto.

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O nome ainda precisa passar por sabatina e ser aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos e no Plenário do Senado.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), afirmou que o governo “fará um esforço” para encaminhar os nomes ao Senado até esta terça-feira (9). Segundo ele, o nome “foi muito bem recebido” por senadores.

“Galípolo é visto como técnico, que conhece o mercado, conhece a política monetária, tem credibilidade, inclusive junto ao Congresso Nacional tem participado de diálogos, discussões e negociações de temas centrais da área da Fazenda, da política econômica do governo federal”, declarou Padilha a jornalistas.

O governo enviará também a nomeação de Ailton de Aquino Santos para a diretoria de Fiscalização da autoridade monetária. Santos é funcionário de carreira do BC e, se assumir, será o primeiro negro em uma diretoria da instituição.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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