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Senado sabatina indicações do governo para o Banco Central nesta terça

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Gabriel Galípolo
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Gabriel Galípolo

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado sabatina nesta terça-feira (4) as primeiras indicações do governo federal para a diretoria de Política Monetária e de Fiscalização do Banco Central (BC). Os nomes indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram Gabriel Galípolo e Ailton Aquino.

Se as autoridades sabatinadas pela manhã na CAE tiverem suas indicações aprovadas, a pauta do Plenário já está prevendo que os nomes sejam analisados e votados à tarde.

Para serem aprovados ao cargo, eles precisam conseguir o voto favorável de 41 senadores. Se passarem, Galípolo e Aquino ocuparão os cargos por 4 anos. Há ainda a possibilidade de recondução por igual período.

Os nomes devem fazer peso às críticas do governo contra a taxa básica de juros nas reuniões do BC. A Selic está em 13,75% ao ano e vem sendo alvo de ataques da maioria dos integrantes da administração federal.

Galípolo é secretário-executivo do Ministério da Fazenda, segundo cargo mais importante na pasta após o de Fernando Haddad, e foi indicado para ser diretor de política monetária do BC.

Já Aquino dos Santos é servidor de carreira do BC e foi indicado ao cargo de diretor de fiscalização da instituição. Se assumir o posto de diretor, será o 1º homem negro a integrar a cúpula da autoridade monetária.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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