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Salário mínimo: Marinho diz que detalhes serão definidos com Lula hoje

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Lula e Marinho se reúnem nesta quinta
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 18/01/2023

Lula e Marinho se reúnem nesta quinta

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quinta-feira (27) que vai se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para definir os últimos detalhes sobre o salário mínimo.

Lula já anunciou que o valor do salário mínimo subirá de R$ 1.302 para R$ 1.320 no dia 1º de maio, próxima segunda-feira. A medida provisória e as regras de reajuste para os próximos anos, porém, ainda não foram anunciadas.

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“Temos uma reunião daqui a pouco com as centrais [sindicais], onde a gente deve anunciar na sequência [o salário mínimo]”, disse Marinho.

Até o momento, Lula ainda não definiu qual será o desenho final da política de valorização do salário mínimo no Brasil. A ideia dos sindicalistas é que o reajuste seja baseado na soma da inflação mais a variação do Produto Interno Bruno (PIB) mais 2,4%.

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De acordo com o jornal O Globo, há duas propostas na mesa de Lula: uma do Ministério da Fazenda e outra do Ministério do Trabalho.

De um lado, a equipe do ministro Fernando Haddad quer adotar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) per capita de dois anos antes somado ao Índice de Preços Consumidor (INPC).

Do outro lado, a equipe de Luiz Marinho defende a variação integral do PIB (maior que a variação per capita), mantendo a referência de dois anos antes, mais o INPC.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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