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Rui Costa nega mudança na regra para compras internacionais

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Rui Costa, ministro da Casa Civil, no Rova Viva
Reprodução TV Cultura

Rui Costa, ministro da Casa Civil, no Rova Viva

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse nesta sexta-feira (14) que o governo não pretende mudar a regra de compras internacionais , que isenta de impostos transações entre pessoas físicas de até US$ 50.

“Não se trata de uma nova lei, de uma nova MP, de um novo decreto, se trata apenas de fiscalização, para que todas as empresas que fazem comércio eletrônico continuem fazendo o comércio eletrônico dentro das normas existentes. Não se pretendem editar uma nova norma. Apenas intensificar o processo de fiscalização para que todos cumpram a lei”, afirmou Costa em entrevista à rádio CBN.

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O Ministério da Fazenda discute acabar com a isenção para valorizar o varejo nacional e arrecadar impostos com a venda de produtos por importadoras chinesas, como Shein, AliExpress e Shopee.

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“O assunto não foi bem tratado na largada e talvez tenha dado essa confusão [de que haveria uma mudança na regra de isenção”, disse Costa à CBN.

O que está definido, até o momento, é que a Receita Federal vai aumentar a fiscalização nessas transações, já que muitos e-commerces burlam a regra , sejam fingindo serem pessoas físicas ou mentindo o valor oficial da nota.

Caso algum desses produtos seja pego na fiscalização da Receita, incidirá o imposto de 60%, assim como é cobrado na transação entre empresas. Com isso, o governo espera arrecadar certa de R$ 8 bilhões anualmente.

Em visita à China com a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao país, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acusou essas empresas de “concorrência desleal”.

“O que está se reclamando por parte de algumas empresas é que está havendo uma espécie de concorrência desleal por parte de alguns sites. Está sendo investigado e será coibido. Melhor que pode acontecer ao consumidor e economia brasileira é uma isonomia na concorrência”, disse Haddad em Xangai.

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Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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