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Reforma tributária: primeiro e segundo turnos serão votados até amanhã

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Reginaldo Lopes e Aguinaldo Ribeiro, coordenador e relator da reforma
Agência Câmara de Notícias

Reginaldo Lopes e Aguinaldo Ribeiro, coordenador e relator da reforma

O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou nesta quinta-feira (6) que a Câmara irá votar a reforma tributária em primeiro turno ainda hoje e pretende votar em segundo turno na sexta-feira (7).

Ele ressaltou, no entanto, que ainda falta consenso em relação a pontos do texto, mesmo assim, a expectativa é que a maioria da Casa seja favorável À proposta. Por se tratar de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), será necessário que três quintos da Câmara vote favorável ao texto.

“Primeiro, nós vamos terminar a votação do primeiro e segundo turnos até amanhã. Segundo, contempla a dimensão do Brasil, um país continental. Que o mais importante de fato é a gente pensar em um projeto de país, mesmo. Ninguém tem mais dúvida que essa reforma permite o Brasil voltar a crescer, e todo mundo vai ganhar, todos os entes federados vão melhorar a sua situação financeira, e o mais importante é que a gente vai gerar empregos, emprego com valor agregado”, disse o deputado em entrevista à GloboNews.

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Lopes declarou que a reforma vai reduzir a judicialização de impostos e permitir que o consumidor pague menos por produtos e serviços.

“Quando todos pagam, todos podem pagar menos. E a consequência de tudo isso é que nós vamos melhorar a vida do povo, porque o povo brasileiro vai comprar mercadorias e serviços no território nacional com redução de preço de 8% a 20%”, disse o deputado.

Nesta quinta (6), de acordo com o deputado, governadores e prefeitos irão discutir o modelo de partilha da arrecadação repassada a estados e municípios.

“O que nós estamos ainda em fase de negociação é o valor desse fundo, até agora de R$ 40 bilhões corrigido anualmente pela inflação, como despesa obrigatória. O governo, sob a liderança de Fernando Haddad, liberou esse total”, encerrou.

O relator da reforma tributária, Aguinaldo Ribeiro, inclui no texto a criação de um “Conselho federativo”, órgão que reuniria a arrecadação de ICMS (estadual) e ISS (municipal).

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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