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Nota Fiscal Paulista libera R$ 36,9 milhões; saiba como resgatar

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Dinheiro já pode ser resgatado
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dinheiro já pode ser resgatado

A Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo liberou nesta terça-feira (16) R$ 36,9 milhões em créditos da Nota Fiscal Paulista, referente a compras realizadas em janeiro deste ano.

Segundo o órgão, R$ 16,8 milhões são destinados a pessoas físicas que incluíram o CPF nas notas fiscais, enquanto R$ 19,6 milhões são para entidades beneficentes. Desde o início do ano, o programa já pagou R$ 197 milhões em créditos.

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Para saber se tem direito ao lote liberado nesta terça-feira, o contribuinte deve acessar o aplicativo oficial na Nota Fiscal Paulista ou o site do programa e inserir dados pessoais e senha.

Se houver valor a receber, é possível solicitar transferência bancária para conta-corrente ou conta-poupança com o nome do titular do CPF ou CNPJ. Só é possível transferir valores acima de R$ 0,99. Os créditos ficam disponíveis para resgate por um ano a partir da data em que o valor foi liberado.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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