ECONOMIA

‘Não tem como a reforma tributária ser unanimidade’, diz Dias

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Ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, em reunião ministerial
Reprodução/Twitter – 14/03/2023

Ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, em reunião ministerial

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, afirmou neste domingo (25) que, devido à sua complexidade, é impossível a reforma tributária ser unanimidade entre os afetados pelo texto.

“Será desastroso para algum município ou Estado? Não. O Congresso tem responsabilidade e o Executivo tem responsabilidade da proteção”, emendou. O ministro participou de entrevista ao programa Canal Livre.

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O ministro também afirmou que o Congresso Nacional está otimista em votar o texto por ser uma necessidade do país. Ao ser questionado sobre uma insatisfação do setor de serviços com o relatório da matéria, o ministro disse que o setor terá que ter “uma transição e um entendimento” e que, na visão do Congresso, a sociedade não quer ampliar mais a tributação.

Taxa de juros

Wellington dias também criticou a taxa de juros mantida em 13,75% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Segundo ele, os juros “devem baixar” em breve por conta dos dados positivos da economia.

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Além disso, a previsão do governo é que o novo arcabouço fiscal seja aprovado até o fim do semestre. “Sinal que o Brasil percebe que alguma coisa precisa ser feita.”

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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