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Motoristas de aplicativo param atividades por 24 horas nesta segunda

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Motoristas de aplicativo iniciaram uma paralisação nas atividades a partir das 4h da madrugada desta segunda-feira (15) para reivindicar melhorias na condição de trabalho. Além de aumento no valor do quilômetro rodado, eles pedem que os apps incorporem um piso de R$ 10 para as corridas e reduzam o percentual das corridas que é descontado pelas empresas.

O “day off”, ou seja, dia sem trabalho, tem pontos de manifestações. No Rio de Janeiro, por exemplo, motoristas adeptos da paralisação se concentram na porta do aeroporto Santos Dumont. De lá, devem seguir até o prédio da Uber, no Centro.

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Os motoristas parceiros pedem ainda que seja criada a cobrança de um adicional para cada parada solicitada pelo passageiro durante uma corrida. Os profissionais pedem também segurança para trabalhar e fim dos banimentos da plataforma sem justificativa.

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A paralisação foi convocada pela Federação dos Motoristas por Aplicativo do Brasil (FEMBRAPP).

Nas redes sociais, usuários das plataformas reclamaram da ausência de motoristas nas ruas.



Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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