ECONOMIA

Ministro da Agricultura critica Banco Central por manutenção da Selic

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Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 04/04/2023

Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, criticou nesta segunda-feira (26) o Banco Central (BC) por manter a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano . Para ele, a autoridade monetária impede o crescimento da economia brasileira.

“O Banco Central precisa tomar a atitude de decidir se o Brasil vai crescer ou não vai crescer”, afirmou Fávaro a jornalistas após participar de reunião no Ministério da Fazenda sobre o Plano Safra, que financia a agricultura.

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Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, manteve a taxa no maior patamar desde 2016 e frustrou expectativas de integrantes do governo ao não indicar redução no futuro.

O BC argumenta que a taxa atual é necessária para manter a inflação dentro da meta estipulada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), que é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior, 4,75%.

Fávaro deve anunciar nesta terça-feira (17) o Plano Safra, que oferece linhas de crédito subsidiado para a agricultura. Com a taxa básica de juros a 13,75%, isso significa custos maiores para o governo.

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O Plano Safra deste ano deve ser superior a R$ 400 bilhões.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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