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Mendonça volta atrás e libera decisão do STJ que pode render R$ 90 bi

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André Mendonça, ministro do STF, revê sua própria decisão
Agência Brasil

André Mendonça, ministro do STF, revê sua própria decisão

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça decidiu nesta quinta-feira (4) rever sua própria decisão e reestabelecer a validade do julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que dava vitória ao governo em disputa tributária na casa de R$ 90 bilhões.

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Na semana passada, Mendonça havia decidido suspender a validade do julgamento, sob a justificativa de que o STF também vai julgar um processo relacionado ao mesmo tema.

Na ocasião, o STJ autorizou a cobrança de dois impostos sobre benefícios fiscais concedidos pelos estados por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

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Na terça-feira (2), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com Mendonça para falar sobre o tema. Na visão de Haddad, os julgamentos do STJ e do STF eram diferentes, por isso a suspensão da validade não deveria ser aplicada. Haddad disse que a conversa foi boa e que esperava um “desfecho rápido” por parte do STF, o que aconteceu nesta quinta.

Após a revisão de Mendonça, a presidente do STF, minsitra Rosa Weber, precisa validar a decisão.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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