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Lula ainda não definiu fórmula para subir salário mínimo; veja opções

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Lula ainda não definiu fórmula de reajuste do salário mínimo
José Cruz/ Agência Brasil

Lula ainda não definiu fórmula de reajuste do salário mínimo

Na próxima segunda-feira, 1º de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai anunciar a nova fórmula que vai reajustar o salário mínimo nos próximos anos. Essa fórmula, porém, ainda é discutida dentro do governo, que ainda não tomou uma decisão.

De acordo com o jornal O Globo, há duas propostas principais na mesa de Lula: uma do Ministério da Fazenda e outra do Ministério do Trabalho.

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De um lado, a equipe do ministro Fernando Haddad quer adotar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) per capita de dois anos antes somado ao Índice de Preços Consumidor (INPC).

Do outro lado, a equipe de Luiz Marinho defende a variação integral do PIB, mantendo a referência de dois anos antes, mais o INPC. Essa proposta tem o apoio das centrais sindicais, segundo o jornal.

Cálculos da equipe técnica envolvida na decisão mostram que o salário mínimo subiria mais em 2024 se a proposta do ministro do Trabalho for a escolhida por Lula. Considerando estimativa de 5,3% para o INPC, variação do PIB per capita de 2,2% e do PIB de 2,9% (ambos referentes a 2022), o salário mínimo em 2024 seria de R$ 1.419 na fórmula de Haddad e de R$ 1.429 na fórmula de Marinho.

Segundo cálculos do governo, cada real reajustado no salário mínimo impacta as contas públicas em cerca de R$ 300 milhões ao ano. De acordo com o jornal O Globo, Lula ainda não bateu o martelo sobre qual proposta anunciar na próxima semana.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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