ECONOMIA

Light: Aneel diz que concessionárias não podem aderir à recuperação

Publicado em

Light pede recuperação judicial após tentativa frustrada de negociar com credores
[email protected] (O Dia)

Light pede recuperação judicial após tentativa frustrada de negociar com credores

A Agência Nacional de Energia Elétrica divulgou nota nesta sexta-feira (12) alegando que concessionárias de serviços públicos de energia não podem pedir recuperação judicial, como fez a holding da Light , na a 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.

O pedido de RJ foi feito pela Light S.A., controladora da Light Serviços de Eletricidade S.A. (Light Sesa), de distribuição de energia.

Entre no canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o perfil geral do Portal iG

A agência reguladora diz ainda que nenhuma obrigação intrassetorial teve seus pagamentos suspensos ou postergados por parte da Light, nem mesmo geradoras, transmissoras e encargos setoriais.

“Também estão preservadas integralmente as obrigações com fornecedores de serviços, equipamentos, mão de obra e funcionários”, afirma o órgão regulador.

Leia Também:  INSS: ministério pode pagar até R$ 4.500 de bônus para servidores

A Aneel garante que atuará para proteger o interesse público, “assegurando a prestação adequada do serviço de distribuição de energia elétrica e o equilíbrio econômico-financeiro da concessão”.

A empresa detém a concessão para fornecer energia para o estado do Rio de janeiro, portanto, não poderia entrar com pedido de recuperação judicial. Nesses casos, cabe à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promover uma intervenção.

A concessão da Light vence em junho de 2026. A empresa diz ter “confiança” na capacidade de pagar os credores. A empresa tem dívida de aproximadamente R$ 11 bilhões

“Nesse contexto, a Aneel seguirá monitorando as condições econômico-financeiras da distribuidora, inclusive quanto à adimplência com todas as obrigações intrasetoriais, e adotará as medidas necessárias, preventivas e/ou coercitivas, para assegurar a prestação adequada do serviço de distribuição de energia elétrica na área de concessão da Light”, afirma a nota da agência.

Leia Também:  Bruno Serra é exonerado da Diretoria de Política Monetária do BC

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  Bruno Serra é exonerado da Diretoria de Política Monetária do BC

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA