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‘Lá no fim do ano’, diz Haddad sobre reforma do Imposto de Renda

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Fernando Haddad discurso no evento da Fiesp
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Fernando Haddad discurso no evento da Fiesp

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (18) que o governo federal só pretende enviar a r eforma do Imposto de Renda “lá no fim do ano”, após aprovação reforma tributária, que vai mexer no consumo.

“(Envio da proposta com foco na renda) Só depois da aprovação da Reforma Tributária do consumo. Lá para o fim do ano. Vamos começar as discussões internas da Fazenda”, disse Haddad, em conversa com jornalistas na Fazenda.

A Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Reforma Tributária sobre o consumo na última semana. A medida agora está no Senado e a previsão é que permaneça lá por pelo menos dois meses.

O ministro trata as duas propostas como de igual prioridade para conseguir cumprir a meta de zerar o déficit público em 2024, no entanto, sabe que o tema da renda é mais “espinhoso” e desagrada setores economicamente mais favorecidos.

Haddad também criticou a possibilidade de incluir a desoneração da folha de pagamento no texto da Reforma Tributária sobre o consumo. Ele argumentou que seria uma “mistura” de assuntos distintos.

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“Seria muito ruim se isso acontecesse, vai misturar assuntos muitos diferentes e comprometer a reforma sobre consumo”, avalia.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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