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Juros: após deflação, Haddad diz esperar ‘boas notícias’ em agosto

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz que queda da inflação era esperada
Reprodução/Diogo Zacarias – 30/03/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz que queda da inflação era esperada

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a deflação de 0,08% , registrada nesta terça-feira pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), era prevista, e disse que aguarda “boas notícias” em agosto, se referindo à possível redução na taxa de juros por parte do Banco Central (BC).

“Era o esperado, o Brasil hoje está na melhor situação possível, e nós temos tudo para começar um ciclo novo de desenvolvimento. Insisto nisso já há alguns meses. Espero que a gente tenha mais boas notícias a partir de agosto”, disse Haddad, após reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco , com quem tratou sobre a reforma tributária.

Nos dias 01 e 02 de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reúne para definir a taxa Selic. Atualmente, os juros básicos estão em 13,75% ao ano, mesmo patamar desde agosto do ano passado – descontada a inflação, a taxa é a mais alta do mundo.

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A Selic é o mecanismo utilizado pelo BC para controlar a inflação. Com a melhoria nos indicadores, o Copom já havia sinalizado, em sua última ata, que um ciclo de corte de juros poderia se iniciar em agosto.

Nesta segunda-feira (10), o mercado financeiro reduziu a expectativa de inflação para 2023, o que também é considerado um sinal positivo. Segundo o boletim Focus, do próprio BC, a estimativa caiu de 4,98% para 4,95%.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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