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IR: Haddad diz que ainda não sabe como elevar isenção a R$ 5 mil

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, admite ainda não saber como aumentar isenção do IR
Valter Campanato/Agência Brasil – 04/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, admite ainda não saber como aumentar isenção do IR

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (5) que a pasta ainda não sabe como vai fazer a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) atingir pessoas com salários de até R$ 5 mil, como prometido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em entrevista à rábio CBN, Haddad disse que essa foi uma “determinação do governo” e que, agora, a Fazenda tem essa “tarefa desafiadora”.

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Em pronunciamento no Dia do Trabalhador, Lula anunciou que a faixa de isenção do IR será ampliada para R$ 5 mil até o final do seu mandato. O primeiro passo foi o aumento da faixa para R$ 2.640 , oficializado nesta semana.

Nesta sexta, Haddad disse que elevar a faixa para R$ 5 mil custaria cerca de R$ 100 bilhões anuais para os cofres públicos. O ministro espera que no próximo ano a faixa seja elevada para pouco mais de R$ 3 mil.

Segundo ele, para ir subindo o patamar, o governo terá que usar estratégias como a utilizada no aumento oficializado nesta semana, somando o mecanismo de aumento da isenção com desconto na fonte.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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