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INSS: Sistema sai do ar dias antes do depósito do 13º da aposentadoria

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Aposentados: INSS inicia pagamento da parcela do 13º salário
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Aposentados: INSS inicia pagamento da parcela do 13º salário

O sistema do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está fora do ar nesta segunda-feira (22), dois dias antes do início do pagamento das aposentadorias de maio e do 13º antecipado. Com isso, segurados da Previdência Social não conseguem acessar os dados do pagamento.

Em nota divulgada nesta manhã, a Dataprev (empresa responsável pelo sistema de informática do INSS) explicou que ocorreu uma falha durante uma manutenção feita em equipamento de armazenamento nesse domingo (21) no Datacenter do Rio de Janeiro.

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Os segurados que dependem do serviço para emitir a declaração de informe de rendimentos para prestação de contas do Imposto de Renda também não conseguem ter acesso ao documento.

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O INSS recomenda, portanto, que quem precisar acessar algum serviço ligue para o telefone 135, da Central do INSS.

A Dataprev disse que conseguiu reestabelecer o sistema, mas o site segue fora do ar. Nesta manhã, o portal apresentava o erro 500 (Internal Server Error), enquanto o aplicativo gerava a seguinte mensagem: “Ocorreu um erro ao buscar seus dados”.

A consulta a dados do 13º foi liberada na última sexta-feira (19). Os pagamentos iniciam nesta quarta e serão divididos em duas parcelas. Veja o calendário:

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Calendário da primeira parcela para quem recebe até um salário mínimo (é o mesmo calendário da aposentadoria)

  • 1 25 de maio;
  • 2 26 de maio;
  • 3 29 de maio;
  • 4 30 de maio;
  • 5 31 de maio;
  • 6 1 de junho;
  • 7 2 de junho;
  • 8 5 de junho;
  • 9 6 de junho;
  • 0 7 de junho;

Calendário da segunda parcela para quem recebe até um salário mínimo

  • 1 26 de junho;
  • 2 27 de junho;
  • 3 28 de junho;
  • 4 29 de junho;
  • 5 30 de junho;
  • 6 3 de julho;
  • 7 4 de julho;
  • 8 5 de julho;
  • 9 6 de julho;
  • 0 7 de julho;

Calendário da primeira parcela para quem recebe acima de 1 salário mínimo (é o mesmo calendário da aposentadoria)

  • 1 e 6 1 de junho;
  • 2 e 7 2 de junho;
  • 3 e 8 5 de junho;
  • 4 e 9 6 de junho;
  • 5 e 0 7 de junho;

Calendário da segunda parcela para quem recebe acima de 1 salário mínimo

  • 1 e 6 3 de julho;
  • 2 e 7 4 de julho;
  • 3 e 8 5 de julho;
  • 4 e 9 6 de julho;
  • 5 e 0 7 de julho;

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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