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Inflação na Argentina pode chegar a 126,4% este ano, indicam projeções

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Notas de 100 pesos argentinos estampadas com o rosto de Evita Perón
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Notas de 100 pesos argentinos estampadas com o rosto de Evita Perón

O relatório mensal dos analistas de mercado consultados pelo Banco Central da Argentina (BCRA) refletiu um salto de 16,4 pontos, em relação ao mês anterior, na previsão da inflação ao varejo no país, projetando 126,4% para todo o ano de 2023.

O aumento indica um descontrole ainda maior nos preços dos produtos no país. A projeção do Relatório Pesquisa de Expectativas de Mercado corresponde à análise dos últimos dias de abril deste ano.

A projeção privada para a evolução dos preços a varejo no ano que vem também cresceu, em relação à pesquisa do mês anterior, em 17,5 pontos percentuais, aumentando para 107,5%.

De acordo com o relatório, o índice de preços ao consumidor aumentou 7,5% no mês passado em relação a março, enquanto a inflação mensal para maio está estimada em 7,4%.

O valor oficial da inflação para abril será divulgado na próxima sexta-feira (12). De acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, a Argentina registrou uma taxa de inflação em 12 meses de 104,3% em março, com um índice de preços ao consumidor que acumula um aumento de 21,7% nos primeiros três primeiros meses de 2023.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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