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Indicação de Gabriel Galípolo ao BC é enviada pelo governo ao Senado

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Gabriel Galípolo é oficialmente indicado a diretor do BC
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Gabriel Galípolo é oficialmente indicado a diretor do BC

O governo enviou dois despachos ao Senado Federal indicando Gabriel Galípolo e Ailton Aquino dos Santos para cargos na diretoria no Banco Central (BC), de acordo com publicação no Diário Oficial da União nesta terça-feira (16).

Galípolo é secretário-executivo do Ministério da Fazenda, segundo cargo mais importante na pasta após o de Fernando Haddad, e foi indicado para ser diretor de política monetária do BC.

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Já Aquino dos Santos é servidor de carreira do BC e foi indicado ao cargo de diretor de fiscalização da instituição.

As indicações já haviam sido anunciadas por Haddad no início do mês. Agora, ambos devem passar por sabatina no Senado para terem seus nomes aprovados.

Galípolo deve se tornar a voz do governo dentro do BC para buscar uma redução dos juros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem criticado bastante a gestão do presidente do BC, Roberto Campos Neto, pelo fato da Selic estar sendo mantida em patamar elevado, de 13,75% ao ano.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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