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Haddad elogia ata do Copom: ‘Bom sinal’

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Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, e ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em audiência no Senado
Lula Marques/ Agência Brasil – 27/04/2023

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, e ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em audiência no Senado

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, elogiou nesta terça-feira (27) a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) , do Banco Central, que manteve a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano na reunião da última semana.

A declaração foi dada em conversa rápida com jornalista na entrada do Ministério da Fazenda. Questionado sobre a sinalização do banco de que pode reduzir os juros em agosto, o ministro se limitou a dizer “que bom”.

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“Quem bom. Ainda vou ler com calma e falo com vocês”, disse Haddad.

No parágrafo 19 do documento o BC diz que “a avaliação predominante foi de que a continuação do processo desinflacionário em curso, com consequente impacto sobre as expectativas, pode permitir acumular a confiança necessária para iniciar um processo parcimonioso de inflexão na próxima reunião”.

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Haddad participou de do evento “Yesterday, Today, Tomorrow” em Brasília, que fala sobre transição energética no país. Ele disse que ainda esta semana anunciará medidas do governo sobre esse tema.

“O Brasil se encontra em um momento muito especial. Estamos realinhando com os propósitos ecológicos. Lula determinou que todos os ministérios trabalhem pela transição. Esta semana vamos apresentar medidas, junto com a ministra Marina”, afirmou o ministro.


Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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