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Governo prevê salário-mínimo em R$ 1.389 em 2024 e PIB a 2,3%

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Congresso deve analisar proposta até junho
Reprodução: Senado Federal – 06/07/2022

Congresso deve analisar proposta até junho

O governo federal enviou nesta sexta-feira (14) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 ao Congresso Nacional. O texto traz estimativas de despesas e receitas para o próximo ano e deve ser analisado pelo Congresso até junho.

A proposta eleva do salário-mínimo do ano que vem para R$ 1.389. O valor é 6,7% maior que o praticado atualmente, que está na casa dos R$ 1.302. Caso do Planalto cumpra a promessa subir a base salarial para R$ 1.320 em maio, a alta será de 5,2%.

Já a inflação do país em 2024 deve ficar na casa dos 3,5%, segundo o Ministério do Planejamento. O Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 2,3%, conforme as estimativas do Planalto.

A proposta enviada ao Congresso é uma base para a Lei Orçamentária Anual (LOA), que definirá com exatidão os gastos da União para o ano que vem. A LOA deve ser enviada aos congressistas apenas no segundo semestre, após a aprovação da LDO.

O texto ainda não considera a aprovação do novo arcabouço fiscal. A ideia é que o projeto seja enviado na próxima semana à Câmara dos Deputados e seja aprovado na primeira quinzena de maio.

Para aliviar as contas, a LDO abre brecha para elevar dos gastos em R$ 172 bilhões, condicionados a aprovação do novo arcabouço.

“Estima-se, por ora, que as despesas condicionadas à aprovação do novo arcabouço totalizarão R$ 172 bilhões em 2024. Essa autorização viabilizará a recomposição e a execução das políticas públicas prioritárias para o país, o funcionamento da máquina e o investimento da União”, afirmou o governo, em nota.

A proposta ainda reafirma a promessa já feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre zerar o rombo nas contas públicas em 2024, desconsiderando os juros das dívidas. A meta, porém, também foi condicionada a aprovação do arcabouço.

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O Planalto tenta agilizar a aprovação da nova âncora fiscal e deve contar com a liderança dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para conquistar maioria no Congresso. O primeiro relator da proposta será o deputado Cláudio Cajado (Progressistas-BA).

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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