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Governo autoriza reajuste de 5,6% nos preços dos remédios

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Remédios podem ficar mais caros
Reprodução/Freepik/aleksandarlittlewolf

Remédios podem ficar mais caros

O governo federal autorizou nesta sexta-feira (31) o reajuste máximo de 5,6% nos preços dos medicamentos. A medida já foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), e as empresas de remédios já podem aplicar o aumento.

O reajuste é baseado em um cálculo que leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, além de outros fatores.

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O reajuste de 5,6% pode ser aplicado sobre o valor do teto dos remédios, que nem sempre é o que os consumidores encontram nas farmácias. Por conta da concorrência entre as marcas, o valor geralmente é menor do que o teto, o que significa que, na prática, as farmacêuticas têm uma margem maior do que 5,6% para subir os preços.

No texto publicado no DOU, o governo cita a exigência das empresas darem “ampla publicidade” para os preços dos medicamentos. Além disso, as farmácias devem fornecer aos consumidores, se solicitado, uma lista com os preços dos remédios atualizados, seguindo a nova taxa.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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