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Governo autoriza concurso com 220 vagas para o Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde abrirá 220 vagas em concurso
Unsplash/Sasun Bughdaryan

Ministério da Saúde abrirá 220 vagas em concurso

O governo federal publicou nesta quinta-feira (22) portaria no Diário Oficial da União autorizando a abertura de concurso público com 220 vagas para o Ministério da Saúde (MS).

O concurso deverá ser aberto pelo MS no prazo de seis meses, contados a partir do dia 16 de junho. A própria pasta é responsável por editar as normas e publicar os editais necessários.

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As 220 vagas disponíveis são para o cargo de tecnologista, que exige que os candidatos tenham nível superior completo.

Depois da publicação do edital, é necessário que o MS espere no mínimo dois meses para realizar a primeira prova do concurso, garantindo tempo para que os candidatos se preparem adequadamente.

Na última sexta-feira (16), o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos anunciou que o governo federal abrirá 4.436 vagas em concursos públicos até o final do ano – este concurso do MS faz parte do anúncio. Confira aqui quais ministérios e órgãos serão contemplados.

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Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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