ECONOMIA

General Motors quer suspender contratos de 1,2 mil metalúrgicos

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Linha de montagem da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP)
Divulgação/General Motors

Linha de montagem da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP)

A General Motors (GM) propôs nesta quarta-feira (14) que os contratos de 1,2 mil trabalhadores da fábica de São José dos Campos sejam suspensos por até dez meses, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. A reportagem procurou a empresa, que ainda não se pronunciou.

Segundo o sindicato, a GM propôs um layoff com início no dia 3 de julho, alegando queda nas vendas. Todos os trabalhadores do segundo turno da fábrica seriam afetados – eles representam pouco menos de um terço de todos os funcionários da planta, que emprega 3.958 pessoas.

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Durante o período de até dez meses, os trabalhadores ficariam em casa e fariam cursos de requalificação, recebendo parte dos salários através de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Os funcionários precisam aprovar o layoff em assembleia para que a medida seja implementada.

O sindicato afirma, porém, que propôs outras alternativas à GM. “O Sindicato intensificará a campanha em defesa dos empregos na GM de São José dos Campos e, uma vez que a empresa fala em queda nas vendas, a entidade reivindica a redução da jornada de trabalho sem redução de salário, para que todos os empregos sejam garantidos”, diz Valmir Mariano, vice-presidente do sindicato.

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Uma nova negociação entre a GM e os representantes dos trabalhadores está prevista para esta sexta-feira (16).

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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