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Estado de São Paulo cria 55 mil postos de emprego formal em abril

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Emprego formal cresce em SP
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Emprego formal cresce em SP

O Estado de São Paulo criou 55 mil novos empregos formais em abril deste ano, alta de 0,4% em relação ao mês anterior, de acordo com dados do Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

Na somatória dos quatro primeiros meses deste ano, 190 mil empregos foram criados em São Paulo, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

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Em abril, a oferta de empregos na agricultura aumentou 1,1%, setor que registrou maior alta. Em seguida, aparecem a construção (0,9%), os serviços (0,4%), a indústria (0,4%) e o comércio (0,3%).

No período, 27.744 empregos formais foram criados em serviços, com destaque para os segmentos de transporte, armazenagem e correio (8 mil) e saúde humana e serviços sociais (6 mil).

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O maior saldo de empregos em abril foi verificado na capital, com 12.310 postos de trabalho abertos. Em seguida, aparecem a região administrativa (RA) de Campinas (11.585 empregos), a RA da região metropolitana de São Paulo (8.222), RA de Sorocaba (4.394), RA de Bauru (3.700) e RA de São José dos Campos (2.944).

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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