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Dupla Sena de Páscoa é dividida para duas apostas; veja dezenas

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Dupla Sena de Páscoa
Caixa/Divulgação

Dupla Sena de Páscoa

Duas apostas vão dividir o prêmio de 34.964.445,19 milhões da Dupla Sena de Páscoa, sorteada neste sábado (8): uma de Feira de Santana (BA) e outra um bolão com 12 cotas em Goiânia (GO). Cada aposta vencedora leva pra casa R$ 17,4 milhões.

As dezenas sorteadas foram:

  • 1º sorteio: 03 – 04 – 21 – 23 – 28 – 32
  • 2º sorteio: 05 – 15 – 19 – 21 – 34 – 39

O prêmio do segundo sorteio era de R$ 3.644.265,16, mas ninguém acertou as seis dezenas.

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Na Dupla de Páscoa, assim como nas outras loterias especiais, o prêmio não é acumulativo, ou seja, se não houver ganhadores no sorteio principal, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina do primeiro sorteio, e assim sucessivamente.

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Esta foi a sétima edição do concurso especial da Dupla Sena. O maior prêmio pago na modalidade foi o da Dupla de Páscoa de 2022, quando três apostas dividiram o total de R$ 32,2 milhões nas cidades de Barra do Choça (BA), Governador Valadares (MG) e Santos (SP).

Criada em 2017, a Dupla de Páscoa já distribuiu quase R$ 200 milhões em premiações. Entre os Estados ganhadores, se destacam São Paulo (6), como maior vitorioso, e Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Santa Catarina, com um vencedor cada.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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