ECONOMIA

Dívida pública sobe 2,9% em junho, aponta Tesouro Nacional

Publicado em

Tesouro Nacional
Divulgação/Tesouro Nacional

Tesouro Nacional

O Tesouro Nacional informou nesta sexta-feira (21) que a dívida pública subiu 2,9% e atingiu R$ 6,19 trilhões. Em maio, o endividamento estava em 6,01 trilhões.

A dívida pública é o acumulado entre receitas do governo, menos as despesas usadas para financiar os programas da administração federal.

Segundo o Tesouro Nacional, o aumento no patamar em junho deve-se ao pagamento de despesas com juros – no valor de R$ 33,32 bilhões. Além disso, houve resgate de títulos do mercado na ordem de R$ 144,2 bilhões.

De acordo com projeções do Tesouro Nacional, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atinge um pico de 76,0% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024 e inicia uma trajetória descendente, atingindo 71,2% do PIB em 2032, nível mais baixo que os 72,9% do PIB observados ao final de 2022.

A previsão do Tesouro Nacional é que a dívida encerre o ano de 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.

Leia Também:  Relator apresenta versão preliminar da reforma tributária; veja

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  INSS: Toffoli adia julgamento da aposentadoria especial

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA