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Diretor do WhatsApp será novo braço direito de Haddad na Fazenda

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Dario Durigan ocupará lugar de Gabriel Galípolo na Fazenda
Reprodução/Linkedin

Dario Durigan ocupará lugar de Gabriel Galípolo na Fazenda

Com a indicação de Gabriel Galípolo para a diretoria de Política Monetária do Banco Central , o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira (8) que Dario Durigan ocupará o cargo de secretário-executivo do Ministério da Fazenda. Atualmente, Dario é diretor de políticas públicas do WhatsApp na Meta, empresa dona do aplicativo.

Segundo Haddad, o executivo tem “altíssima qualificação técnica” e é uma pessoa na qual o ministro tem “absoluta confiança”.

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“Já trabalhamos juntos tanto no governo federal quanto na prefeitura [de São Paulo]. Ele foi um braço direito meu na prefeitura. Conheço o Dario há muitos anos. Hoje, ele está desligado [do mercado] justamente para, a meu convite, assumir essa posição que, para mim, é muito cara, muito importante. Tem que ser uma pessoa que trabalha quase que por telepatia [comigo]”, disse Haddad, em entrevista a jornalistas.

Mestre em Direito, Dario já trabalhou em órgãos públicos, com passagem pela Advocacia-Geral da União e pela Casa Civil. Durante o mandato de Haddad na Prefeitura de São Paulo, Dario foi assessor especial do prefeito entre 2015 e 2016.

Atualmente, ocupa cargo de chefia no WhatsApp há mais de três anos, onde é responsável pelas equipes que buscam criar estratégias para combater a desinformação na plataforma.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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