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‘Corte dos juros deveria ter sido em março’, diz Haddad

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cobra queda nos juros
Valter Campanato/Agência Brasil – 04/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cobra queda nos juros

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (19) que, na sua opinião, o corte na taxa básica de juros deveria ter começado em março. Nesta terça-feira (20) e quarta-feira (21), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne para definir a Selic, que está em 13,75% ao ano.

A expectativa do mercado é de que a taxa de juros seja mantida a mesma nesta reunião, deixando os cortes para agosto. Questionado por jornalistas sobre se essa previsão é realista, Haddad disse:

“Para mim, [o início da redução dos juros] deveria ter sido em março. Vamos ver, vamos aguardar”.

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Desde o início do ano, a Selic tem gerado discordâncias entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a gestão do BC. Nesta segunda, Lula disse que o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, deve explicações à sociedade brasileira.

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“O juro precisa baixar, porque também não tem explicação. O presidente do Banco Central precisa explicar, não a mim, porque eu já sei o porque ele não baixa, mas ao povo brasileiro e ao Senado”, disse.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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