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Carros populares: Haddad nega ter espaço fiscal para ampliar descontos

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião
Valter Campanato/Agência Brasil – 04/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira (7) que não há espaço no Orçamento federal para ampliar o programa de descontos em carros populares.

Anunciado em junho, o programa previa R$ 1,5 bilhão em créditos tributários para reduzir o preço dos veículos de até R$ 120 mil. No início de julho, o vice-presidente Geraldo Alckmin e Haddad ampliaram em R$ 300 milhões a verba para o benefício.

O desconto para o consumidor varia de R$ 2 mil a R$ 8 mil para compra de carros, a depender de critérios definidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Para veículos de carga ou coletivos, o abatimento ficou entre R$ 33,6 mil a R$ 99,4 mil.

“Isso (aumento os recursos) exige compensação. Estamos chegando em um momento ano que não tem mais espaço fiscal para isso. Eu penso que (o programa) foi importante, sobretudo porque ainda há espaço para ônibus e caminhões menos poluentes”, disse.

Os R$ 300 milhões adicionais foram compensados pela reoneração do imposto federal no diesel em R$ 0,11 a partir de setembro.

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O programa foi lançado com a seguinte distribuição:

  • ·R$ 500 milhões para carros;
  • ·R$ 700 milhões para caminhões;
  • ·R$ 300 milhões para vans e ônibus.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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