ECONOMIA

Brasil fica em 4º em ranking global de crescimento do PIB no 1º tri

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PIB do Brasil cresce 1,9% no 1º trimestre
Sophia Bernardes

PIB do Brasil cresce 1,9% no 1º trimestre

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil ficou em quarto lugar no ranking da Austing Rating, consultoria que reúne o avanço da atividade econômica em vários países. O PIB registrou alta de 1,9% no primeiro trimestre do ano, atrás apenas de Hong Kong (5,3%), Polônia (3,8%) e China (2,2%), respectivamente.

O PIB brasileiro veio acima do esperado, puxado por forte avanço do setor agrícola, que cresceu 21,6% na comparação com o fechamento de 2022.

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A Austing Rating esperava alta de 1,6% no PIB brasileiro.

O país sul-americano mais bem colocado, depois do Brasil, é a Colômbia, em 7º lugar, que viu sua atividade econômica melhorar em 1,4%. Depois vem o Chile, na 16ª posição, que teve crescimento de 0,8% no primeiro trimestre.

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O crescimento chinês deve-se ao fim das restrições da pandemia de Covid-19 e o esforço do país para recuperar setores da economia nacional, após desaceleração no ano passado.

Nos EUA, a economia cresceu a uma taxa anualizada de 1,3%, com desaceleração na comparação com o final de 2022 e abaixo das estimativas de mercado.

A Zona do Euro apresentou crescimento de apenas 0,1%.

Veja o ranking


Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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