ECONOMIA

Brasil cria 83,3 mil empregos formais em janeiro, queda anual de 50%

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Criação de empregos com carteira assinada cai na comparação anual
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Criação de empregos com carteira assinada cai na comparação anual

A economia brasileira criou 83.297 empregos formais no mês de janeiro, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O número é 50,2% menor que o registrado em janeiro do ano passado, quando 167,3 mil empregos com carteira assinada foram criados.

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Em janeiro deste ano, foram registradas 1,87 milhão de contratações e 1,79 milhão de demissões, resultando no total de 83,3 mil novos empregos.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, viu o resultado como “positivo”. Segundo ele, alguns aspectos dificultaram a geração de empregos formais em janeiro, como os juros elevados, a alta no endividamento da população e o alto preço da cesta básica.

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“Em janeiro, apesar de todos esses ‘senões’, temos um saldo positivo nos empregos formais”, afirmou Marinho.

Fonte: IG ECONOMIA

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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