ECONOMIA

Arcabouço: se meta for descumprida, presidente terá que se justificar

Publicado em

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregam texto ao Congresso nesta terça
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 10/03/2023

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregam texto ao Congresso nesta terça

O texto final do arcabouço fiscal , que será entregue ao Congresso Nacional nesta terça-feira (18), prevê que o Presidente da República tenha que se justificar com o Congresso caso não consiga cumprir as metas estabelecidas pela nova regra fiscal.

Segundo o texto do projeto de lei complementar, divulgado pelo Ministério da Fazenda, caso a meta de resultado primário não seja cumprida, “o Presidente da República encaminhará mensagem ao Congresso Nacional, até 31 de maio do exercício seguinte, com as razões do descumprimento e as medidas de correção”.

Entre no canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o perfil geral do Portal iG

Para limitar os gastos do governo de acordo com o crescimento da receita, o arcabouço fiscal prevê metas de resultado primário para o governo federal.

O texto da nova regra fiscal não impõe que o descumprimento dessas metas possa configurar uma infração à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o que poderia ter como consequência até o impeachment do presidente.

Depois de apresentado ao Congresso Nacional, o texto do novo arcabouço fiscal será votado na Câmara dos Deputados e no Senado . Durante a discussão da matéria, deputados e senadores podem propor alterações no texto, que serão analisadas futuramente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  Brazilian Regional Markets: evento da Apex em Brasília terá presidente do Senado

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA