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Arcabouço fiscal deve ser apresentado no Senado nesta terça

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Omar Aziz
Edilson Rodrigues/ Agência Senado

Omar Aziz

O relator do novo arcabouço fiscal no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), deve apresentar o texto à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) nesta terça-feira (19). A expectativa é que a votação na CAE ocorra ainda hoje, caso nenhum senador peça vista do relatório, o que levaria a votação para quarta ou quinta-feira.

Na manhã desta terça, o relator do arcabouço na Câmara dos Deputados, Claudio Cajado (PP-BA), se reúne com Aziz para alinhar as propostas, já que o texto deve voltar à Câmara dos Deputados após passar pelo Senado, já que sofreu alterações.

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Entre as novidades- discutem-se mudanças no cálculo de inflação, a retirada do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Fundo Constitucional do Distrito Federal do limite fiscal.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pediu que os relatores apresentem um parecer com o impacto fiscal das medidas de afrouxamento do texto. A ideia é garantir consenso nas duas Casas para não atrasar ainda mais a aprovação da proposta.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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