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Aneel aprova novas tarifas de energia; impacto na conta será de 2,35%

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Aneel autoriza novas tarifas de transmissão de energia
Agência Brasil

Aneel autoriza novas tarifas de transmissão de energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou nesta terça-feira (4) novas tarifas de trasmissão de energia elétrica e o aumento na receita das transmissoras. As medidas devem impactar a conta de luz dos consumidores em cerca de 2,35%.

Os efeitos, porém, só serão notados pelos consumidores depois das novas tarifas de transmissão entrarem em vigor, o que acontece anualmente e varia de acordo com o aniversário de contrato de cada concessão.

As Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) foram reajustadas em 12,9% para o segmento consumo e 4,4% para o segmento geração. Os novos valores são válidos até junho de 2024.

Já a Receita Anual Permitida (RAP) para as concessionárias de transmissão para o ciclo 2023-2024 teve alta de 14,3% em relação ao ciclo anterior. A receita máxima das transmissoras é regulada pela Aneel, e teve aumento sobretudo por conta do índice de reajuste previsto nos contratos de concessão, a expansão do sistema de transmissão com a entrada em operação de 23 novos contratos e os efeitos financeiros associados.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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