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A pedido de Haddad, Receita elabora estudos sobre renúncias fiscais

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Receita Federal mobiliza estudos a pedido da Fazenda
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Receita Federal mobiliza estudos a pedido da Fazenda

A Receita Federal já está elaborando estudos sobre renúncias fiscais a pedido do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou nesta terça-feira (25) o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros do órgão, Claudemir Malaquias.

As renúncias fiscais são benefícios concedidos a empresas, pessoas ou segmentos da economia que pagam menos tributos que os demais. Nesta segunda-feira (24), Haddad disse que vai abrir a “caixa-preta” dessas renúncias fiscais , expondo quem se beneficia delas.

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“A sociedade brasileira precisa saber para onde está indo o dinheiro dela”, disse o ministro, acrescentando que a União deixa de arrecadar R$ 600 bilhões anualmente com esses benefícios.

Malaquias disse que a Receita “sempre contribui com essas iniciativas” e que, “no momento, esses estudos estão em elaboração”. Segundo ele, os estudos do órgão servirão de subsídio para as decisões da Fazenda.

“Com base na avaliação de cada benefício é que se vai estudar e analisar quais as medidas que poderão ser adotadas”, disse Malaquias.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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