Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércios e Serviços, o Brasil tem mais de 20 milhões de empresas ativas. Apenas em janeiro deste ano, mais de 350 mil novos negócios surgiram no país, uma média de cerca de 480 registros novos por hora. O problema é que a metade dessas empresas acaba encerrando suas atividades em até três anos por falta de conhecimento empresarial, como indica o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Conforme Marina Figueiredo, CEO e fundadora das startups Health Business School, Eliteh Business e Be.Health MKT Médico, um dos principais erros de empreendedores iniciantes é não se especializar. “Querer abraçar uma grande massa em vez de focar em um nicho específico é um dos grandes problemas. Dessa forma, a marca não é reconhecida como referência”, diz.
Pensando em uma forma de solucionar esse problema, a empresária separou cinco dicas para empreendedores construírem negócios de sucesso, que incluem desde o desenvolvimento do produto às formas de comunicação. Confira!
Um bom produto ou serviço apresenta soluções para problemas ainda não atendidos pelo mercado. Identificar, dentro dos segmentos que se atende, quais brechas representam oportunidades é essencial para desenvolver o negócio .
2. Especializar-se em um mercado
Em vez de oferecer serviços ou produtos generalistas, focar em um segmento específico permite atender a demandas particulares com mais clareza. Isso permite desenvolver soluções personalizadas para um público, o que amplia o potencial de sucesso.
3. Ouvir o cliente constantemente
Deixar a satisfação do cliente no centro do DNA da empresa faz com que você se torne mais competitivo. Clientes estão cada vez mais exigentes e, para consumir, o produto ou serviço tem que valer a pena. Além disso, a experiência precisa ser sempre surpreendente.
4. Pesquisar e propor inovações
Com tantas empresas surgindo todos os dias, inovar é a regra. A competição é muito grande, por isso é preciso estar sempre antenado em novidades e oportunidades que surgem no mercado. Sem pesquisa e inovação, o sucesso não é possível.
Hoje, não há como crescer de forma acelerada sem possuir habilidades de comunicação , incluindo gravar vídeos. Trabalhar a imagem, a postura e o conteúdo é essencial para qualquer empresa ou profissional. Também é fundamental dominar as ferramentas digitais, assim como canais de aquisição, para construir um funil de venda de forma independente.
O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais.
Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano.
“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos.
Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.
Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação.
“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.
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