Várzea Grande

Sucateamento do DAE está deixando várzea-grandenses sem água na torneira

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Equipes estão trabalhando diuturnamente para minimizar impactos. Processos internos estão sendo dinamizados pela nova gestão para abreviar prazos para reposição de peças e serviços

As equipes do Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG) estão atuando incessantemente para solucionar uma série de problemas que estão impactando o abastecimento de diversas regiões da cidade. Manutenções emergenciais foram necessárias para restabelecer o funcionamento das Estações de Tratamento de Água (ETAs).

O sucateamento da estrutura, causado pela falta de manutenção, e a falta de processos administrativos têm sido o maior desafio da atual gestão e se concretizado em uma série de problemas que tem comprometido o fluxo e continuidade do abastecimento.

“As licitações de compra de materiais, equipamentos e serviços estão vencidas ou próximas do prazo de vencimento. A nossa equipe está trabalhando para acelerar esses processos e poder garantir que a estrutura receba os investimentos que precisa”, explica o diretor-presidente do DAE, Sandro Azambuja.

Na ETA III (Cristo Rei), a captação de água está completamente paralisada devido à falha nas bombas responsáveis por captar água do rio Cuiabá. O reparo já foi iniciado e a previsão é de que o sistema volte a operar dentro de dois dias.

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A ETA I, conhecida como a ETA Velha – Ulisses Pompeu de Campos – segue parada devido à manutenção na adutora rompida na rua Maracanã. No entanto, a previsão é de que o abastecimento seja retomado até o final do dia.

Já a ETA II (Júlio Campos) está operando com metade da sua vazão, pois um dos bombeadores apresentou problemas técnicos e desligou entre sábado e domingo. Esse equipamento será religado assim que a manutenção da adutora for concluída, garantindo que a unidade volte a operar com sua capacidade plena.

Por enquanto, a ETA II está direcionando toda a sua produção para abastecer o reservatório do Morro do Urubu, garantindo o fornecimento de água ao Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG).

A ETA IV (Barra do Pari/Chapéu do Sol) também enfrenta dificuldades devido ao rompimento da adutora que abastece a região do Florais. O DAE está buscando uma equipe terceirizada para fazer a manutenção, devido à complexidade, que necessita de equipe e material especializado. O sistema segue operando, mas em estado de alerta.

Atualmente, a única ETA que opera sem intercorrências é a ETA V (Imigrantes), garantindo o abastecimento das áreas atendidas pelo Sistema V.

“Estamos trabalhando com o máximo de transparência com a população. Estamos dinamizando os processos internos para abreviar prazos para reposição de peças e serviços. Vamos informar cada novo passo, inclusive emitindo novos Boletins de Abastecimento ao longo do dia. Pedimos que a população fique atenta aos canais de comunicação oficiais do DAE”, pede o diretor-presidente.

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A equipe do DAE segue monitorando a situação de perto, realizando os reparos necessários para normalizar o abastecimento em toda a cidade. A população pode acompanhar atualizações por meio dos canais oficiais do DAE e registrar reclamações pelo site ou presencialmente na unidade em frente ao Terminal André Maggi.

ATAQUES – Não bastasse a falta de cuidado com os equipamentos do DAE, a oferta de água em Várzea Grande também está sendo alvo de ataques criminosos, que só aumentam o sofrimento da população. Na madrugada de ontem (3), foi furtada a fiação total de energia do poço 81, localizado na Avenida São Gonçalo, bairro Jardim das Oliveiras.

O furto prejudicou o abastecimento dos seguintes bairros: Jardim das Oliveiras, Planalto Ipiranga, Ipanema, Engordador e São João.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Troca de disjuntor reforça sistema elétrico do Pronto-Socorro de Várzea Grande

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O Hospital Municipal e Pronto-Socorro de Várzea Grande passou, neste sábado (26), por uma importante intervenção no sistema elétrico da unidade. O serviço, iniciado por volta das 9h, consistiu na substituição do disjuntor geral responsável por receber a energia da rede externa, direcioná-la ao sistema do grupo gerador e, posteriormente, distribuí-la para o hospital.

A intervenção faz parte do plano de reestruturação da unidade e foi realizada pelas equipes da Concessionária Energisa e da empresa responsável pela reestruturação do Pronto-Socorro, em conjunto com os profissionais do próprio hospital.

Para que a substituição do equipamento, a manutenção e a religação da rede fossem realizadas com segurança, o hospital permaneceu aproximadamente 40 minutos sem o fornecimento regular de energia. Durante esse período, houve também momentos de oscilação, próprios da execução do serviço.

Mesmo diante da necessidade de interrupção temporária, todo o procedimento foi acompanhado de perto pelas equipes técnicas e assistenciais, com atenção especial aos pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

A superintendente administrativa do Pronto-Socorro, Paula Moreninha, permaneceu na unidade durante toda a manhã, acompanhando cada etapa da manutenção e monitorando, junto às equipes, a situação dos pacientes.

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Segundo ela, não houve intercorrências durante o procedimento e os pacientes das UTIs permaneceram assistidos normalmente. Os equipamentos essenciais, como respiradores, monitores e bombas de infusão, funcionaram com o suporte das baterias, que possuem autonomia estimada entre quatro e seis horas, garantindo segurança durante o período de interrupção.

“Foi um trabalho que exigiu muita atenção e integração entre as equipes. Permanecemos o tempo todo acompanhando os pacientes, principalmente os das UTIs, e não tivemos nenhuma intercorrência. Todos os equipamentos funcionaram perfeitamente com suas baterias e conseguimos realizar a troca do disjuntor com segurança e agilidade”, explicou Paula.

O secretário municipal de Saúde, Michael Alves, destacou que a intervenção representa mais uma etapa do processo de melhoria da estrutura elétrica do hospital.

“Essa é uma intervenção importante dentro do processo de reestruturação do Pronto-Socorro. Sabemos que um serviço dessa natureza exige cuidado, planejamento e, principalmente, atenção aos pacientes. Por isso, tivemos as equipes da Energisa, da manutenção, da direção e dos profissionais do hospital trabalhando juntas para que a troca fosse feita no menor tempo possível e com toda a segurança. O resultado foi positivo, sem intercorrências e com o atendimento aos pacientes preservado”, afirmou.

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A atuação integrada das equipes permitiu que todo o processo de substituição do disjuntor, manutenção e religação da rede fosse concluído com celeridade. Com a conclusão do serviço, o fornecimento de energia foi restabelecido e o novo equipamento passou a integrar o sistema elétrico da unidade.

A intervenção faz parte de um conjunto de ações que vêm sendo realizadas dentro do plano de reestruturação do Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande, com foco na melhoria e segurança da infraestrutura da unidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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