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Pregão eletrônico da saúde fechou com valor final em R$ 6,1 milhões; economia de 34,55%

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O processo licitatório tinha valor estimado inicial em R$ 9,4 milhões; 73 empresas de todo o país participaram do certame

Uma economia de R$ 3.258.970,76 para os cofres do Município e a garantia de aquisição de materiais médico-hospitalares necessários à rede de saúde municipal. Esse é o resultado do pregão eletrônico 012/2023 que iniciou no dia 23 de março e teve o processo concluído ontem, 29 de março. O valor inicial estava estimado em R$ 9.430.293,38. Contudo, com a finalização do processo licitatório todos os itens serão adquiridos pelo valor de R$ 6.171.322,62; uma economia de 34,55% em relação ao valor estimado. 42 empresas saíram vencedoras do certame.

O pregoeiro do Município, Rob Edson Lima da Silva, destaca que inicialmente 73 empresas participaram do processo, o maior número de empresas participantes em uma única licitação realizada pela Prefeitura até hoje. “Foi um número recorde de participantes e ao conferirmos documentações, preços, tivemos essas 42 empresas finalistas; a aquisição será por itens de produtos o que permite que tenhamos mais de uma empresa finalista”, explica.

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Rob pontua que o alto número de empresas que participaram do pregão demonstra a credibilidade com que todos os processos licitatórios estão sendo conduzidos. “Foram 73 participantes com 42 vencedoras e dessas 42 finalistas temos empresas do país inteiro; essa participação demonstra confiança em todo o processo”, frisa.

Já o gestor da pasta de Saúde e Saneamento, Luis Fábio Marchioro, ressalta que a economia gerada pelo pregão é alta, “esse valor economizado será utilizado em outras ações que irão reverter em qualidade de vida à nossa população; estamos com obras de reformas em dois PSFs (Fraternidade e Nova Integração) no momento”, diz.

Luis Fábio acrescenta que o pregão eletrônico irá garantir a aquisição de centenas de unidades de itens diversos, como máscaras, abaixadores de língua, fraldas, ataduras, tubos, testes de glicose, drenos, soro, tipoias, testes, entre vários outros itens que são necessários no dia-a-dia das unidades de saúde.

Todos os materiais médicos hospitalares e correlatos serão utilizados nas unidades que compõem o Sistema Único de Saúde (SUS) da rede municipal, como os postos de saúde, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), o Ambulatório Multiprofissional de Especialidades (AME), e demais unidades. O pregão também vai permitir a compra de materiais utilizados pelo Corpo de Bombeiros nos atendimentos de urgência e emergência, assim como nas ações de resgate.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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