Sorriso

Encenação buscou sensibilizar pedestres e condutores

Publicado em

Despertar a capacidade de “sentir a dor do outro” é um dos recursos para que se alcance um trânsito mais seguro

Felizmente, é só uma encenação. Mas poderia ser real, infelizmente. Quem passou pelo cruzamento entre as Avenidas Blumenau e Tancredo Neves ontem, 27 de agosto, viu uma cena chocante: o retrato de um acidente de trânsito com vítima fatal.

Cenário completo: vítima ao solo, aparato completo do 5.º Batalhão de Bombeiros Militar e da Guarda Municipal de Trânsito, imprensa e a dor, estampada não apenas no rosto dos atores que encenavam um drama da vida real, mas também de quem passava pelo local.

“Nosso objetivo é de sensibilizar cada vez mais as pessoas sobre a importância de adotar medidas simples para evitar cenas como esta, porque sim, elas são totalmente evitáveis”, pontua o comandante do 5.º BM, major Leandro Cuiabano Kunze, responsável pela organização do acidente simulado

Se fosse “verdade verdadeira”, não haveria máquina do tempo capaz de retroceder alguns minutos e impedir a tragédia. Mas sim, existem maneiras de evitar que cenas assim façam parte do cenário do trânsito. “Velocidade controlada, respeito à sinalização e muita, muita prudência”, ensina o secretário municipal de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), o coronel da reserva da PM, Adriano Denardi.

Leia Também:  Prefeitura lamenta morte de esposo de servidora pública

A ação, pontua Kunze, tem como foco a promoção de um trânsito mais humanizado. Para isso, a ideia é difundir a máxima de “menos velocidade” e “mais empatia”. Pois é, quem passou pelo local pode sentir a dor impregnada naquela cena. “Esperamos que este ‘tocar no coração das pessoas’ possa despertar comportamentos mais prevencionistas no trânsito”, diz.

Para inserir esta dose extra de empatia por meio da sensibilização chocante, a organização do simulado contou com a parceria da Secretaria Municipal de Cultura (Semec), com o talento e a entrega dos atores que integram os quadros do Departamento de Cultura.

“É indispensável que a questão do ir e vir seguro seja abordada com toda a população, situações chocantes como essa nos lembram da importância de desacelerar para evitar acidentes”, assevera a gestora da pasta, Marisa Netto.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

Published

on

Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

Leia Também:  Comitê Integrado de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais e Urbanos planeja ações para 2023

Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

Leia Também:  Filhotes abandonados e muito lixo; Prefeitura age para identificar infratores

Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA