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Terminais de ônibus de Cuiabá se tornam pontos de coleta de donativos para vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul

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As empresas de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande se uniram em uma iniciativa solidária para ajudar as vítimas das fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul. Em parceria com o Sest Senat Cuiabá, a campanha de arrecadação de donativos estará em vigor até o dia 25 deste mês.

As doações podem ser entregues nas seguintes Estações Alencastro, Ipiranga, Bispo Dom José e Terminais de Integração de Cuiabá e Várzea Grande. Nestes locais, caixas coletoras foram instaladas próximas às catracas, onde a população poderá deixar as contribuições. Os itens necessários incluem alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal, roupas e calçados.

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da equipe da Defesa Civil de Cuiabá, vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública, com apoio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), atua na logística para que donativos cheguem com mais rapidez às vítimas do Rio Grande do Sul.

As empresas participantes, Rápido Cuiabá, VPAR Transportes, Caribus Transportes, Integração Transportes, União Transportes e Consórcio Metropolitano de Transportes, também mobilizarão campanhas internas para incentivar seus colaboradores a contribuírem com doações.

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Além dos pontos de coleta nas estações e terminais, os donativos também podem ser entregues diretamente na sede do Sest Senat, localizada na Av. Fernando Corrêa da Costa, nº 5.115, bairro Parque Ohara, em Cuiabá.

Essa ação solidária visa amenizar o sofrimento das famílias desabrigadas e desalojadas, demonstrando a união e a solidariedade da população de Cuiabá e Várzea Grande com os irmãos gaúchos neste momento de necessidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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