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Adevair apresenta indicações de seis bairros da Capital

Publicado em

17/10/2023
Adevair apresenta indicações de seis bairros da Capital
O vereador Adevair Cabral (PTB) cobrou a pavimentação asfáltica na Rua Porfírio da Silva, no bairro Santa Laura e indicou ainda o serviço de tapa-buracos na Avenida Dom Bosco entre as ruas 13 de junho e Joaquim Murtinho, no centro da cidade.&nbsp
No bairro Residencial Paiaguás, o vereador cobrou a implantação de uma lombada (quebra-molas) em frente ao condomínio Upper Parque das Águas, na Avenida Paiaguás, além da pintura de faixa de pedestres e reforma dos pontos de ônibus do bairro.&nbsp
Adevair também fez a indicação da implantação de ponto de ônibus com pintura de baia, sentido bairro, e pintura da faixa de pedestres na Avenida C, em frente ao condomínio Ipê Amarelo, no Residencial Coxipó.
Atendendo a solicitação dos moradores, o vereador propôs a substituição das lâmpadas dos postes de iluminação pública do bairro Residencial Itamaraty, especialmente as localizadas na Rua Marcos Dennys Silva dos Santos.&nbsp
O mesmo serviço de iluminação pública foi solicitado na Rua Porfírio da Silva, no bairro Santa Laura. Além disso, o vereador indicou a reforma geral e ampliação do centro comunitário do bairro Alto da Glória.&nbsp
“Esse estabelecimento encontra-se com grandes problemas estruturais. Os moradores necessitam de um lugar harmônico e seguro para realização dos eventos sociais que são proporcionados a comunidade local. É notório as más condições do estabelecimento, tanto nas instalações elétricas, hidráulica e com infiltrações nas paredes, telhado cedendo. Solicitamos os serviços da reforma e ampliação do centro comunitário com a máxima urgência nessa localidade”, pediu o vereador em ofício à Prefeitura.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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