Carros e Motos

Teste na estrada: como anda o Honda PCX 160, o scooter de R$ 16.230

Publicado em


O novo scooter Honda PCX 160 cumpriu na estrada o que foi previsto na teoria
Guilherme Marazzi

O novo scooter Honda PCX 160 cumpriu na estrada o que foi previsto na teoria

Um dia desses precisei fazer uma curta viagem. Na garagem, a poderosa Yamaha Tracer estava pronta para a jornada, e outras motocicletas e seus pilotos também me acompanhariam. Todas Yamaha MT-09 , a versão naked da Tracer.

Ao lado dela, no entanto, o versátil scooter Honda PCX 160 , veículo ideal para o uso urbano, parecia se sentir desprezado, já que o trajeto seria cumprido apenas por rodovias. Na última hora, no entanto, deixei a “motona” em casa e fui encontrar a turma de PCX. “O que é isso, vê se não atrasa a gente!”, chiou a turma, em tom de gozação.

Ao contrário, o valente scooter viajou todo o tempo na frente das motocicletas, mantendo os 120 km/h com extrema facilidade . Não que as motos não pudessem me ultrapassar, mas não precisaram.

Leia Também:  Chevrolet Opala Standard: quando a simplicidade é o mais importante

O acréscimo de potência no Honda PCX 160 em relação à versão anterior (PCX 150) não foi tão percebido no uso urbano, feito na avaliação do modelo, na ocasião de seu lançamento – a não ser uma ligeira maior disposição em acelerar, por causa do maior torque – , mas a diferença na estrada foi bem notada. Isso porque o novo motor foi construído de forma a privilegiar a potência em maiores rotações, com o diâmetro do pistão aumentado de 57,3 mm para 60,0 mm, e curso reduzido de 57,3 mm para 55,5 mm.

Lado a lado, a terceira e a segunda geração do scooter PCX: poucas alterações visuais.
Divulgação

Lado a lado, a terceira e a segunda geração do scooter PCX: poucas alterações visuais.

Com isso, a cilindrada aumentou de 149,3 cm3 para 156,9 cm3 e a potência passou de 13,3 cv para 16,0 cv, com um ligeiro acréscimo na taxa de compressão. Essa maior potência foi muito bem-vinda na estrada, enquanto que o aumento do torque, de 1,38 kgfm para 1,50 kgfm, deixou a pilotagem em condições urbanas bem mais confortável e segura.

Leia Também:  1º Encontro Mato-Grossense de Triagem Neonatal debate importância do teste do pezinho

São três as versões do Honda PCX 160 2023: a de entrada PCX CBS , que tem o sistema combinado dos freios, tem a cor cinza e custa R$ 16.230; a intermediária PCX ABS, que tem sistema antitravamento na roda dianteira, tem a cor branca e custa R$ 17.850 e a versão PCX DLX , com ABS dianteiro, na cor azul com banco bege e custando R$ 18.270.

Fonte: Carros

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Carros e Motos

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Published

on

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Leia Também:  Chevrolet Opala Standard: quando a simplicidade é o mais importante

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

Leia Também:  Fórmula E chega ao Brasil com erros e acertos

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA