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Por que carros não usam bombas elétricas de óleo durante as partidas?

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A regra básica é, durante a primeira partida, esperar uns 30 segundos antes de acelerar
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A regra básica é, durante a primeira partida, esperar uns 30 segundos antes de acelerar

A adoção de um sistema de lubrificação elétrica de óleo para a fase fria e primeiras partidas seria de grande ajuda para um funcionamento mais leve e também serve para minimizar o risco de desgaste por contato de metais.

“Para esta finalidade, já temos tecnologia hoje para conceber um sistema inteligente de pescador com pré bombeamento e aquecimento elétricos do óleo que permite torques de partidas mais leves e, consequentemente, com menos desgastes para a bateria e para o motor”, explica o engenheiro Erwin Franieck, presidente do instituto SAE4MOBILITY .

Ainda segundo Franieck, o pescador inteligente poderia garantir que contaminantes como a água no óleo sejam evaporados , não circulando pelo motor. Este sistema garante ainda que não haja qualquer restrição ao fluxo de entrada de óleo da bomba mecânica. Tendo isso em vista, as vantagens para a partida a frio, emissões e consumo em curtas rodagens são inúmeras , podendo até eliminar a água que acumula no óleo das partidas a frio em veículos rodando com etanol que andam menos de 10 km todos os dias.

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A regra básica, independente se o veículo for um modelo antigo ou mais novo é, durante a primeira partida, esperar em torno de 30 segundos antes de acelerar fortemente, para que o óleo localizado no cárter possa se espalhar por todo o motor. Assim, seu propulsor terá uma vida mais longa.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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