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Nova picape Ram Rampage começa a ser produzida em Pernambuco

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O início da produção foi inaugurado com a presença do Presidente da República
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O início da produção foi inaugurado com a presença do Presidente da República

O mercado de picapes brasileiro se concentra nos segmentos de compactas, médias pequenas, médias e grandes. O último segmento foi o que a Ram sempre se destacou, porém, como todos sabem, a marca tem a nova Rampage. E, depois de muita antecipação, o modelo começou a ser produzido na fábrica de Goiana, Pernambuco.

Inaugurada com a presença do presidente Lula , a fabricação vai ser acelerada progressivamente. O primeiro contato da imprensa ocorrerá ainda esse mês, mas a chegada aos concessionários será apenas em agosto, indica o site Autos Segredos.

Trata-se do primeiro veículo da marca desenhado, projetado e fabricado fora da América do Norte . O projeto contou com a participação de mais de 800 engenheiros e técnicos no Brasil , somando mais de 1,2 milhão de horas de desenvolvimento.

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De acordo com o grupo automotivo franco-ítalo-americano multinacional, a estreia da picape Rampage dá início também à expansão nas lojas autorizadas, rede que deve ultrapassar 100 concessionárias no segundo semestre.

Nova Ram Rampage tem base de Toro, mas com design bem diferente
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Nova Ram Rampage tem base de Toro, mas com design bem diferente

Produzida sobre a plataforma Small Wide 4×4 junto com Fiat Toro e os Jeep Renegade , Compass e Commander , a Rampage , ao contrário das rivais Chevrolet S10 , Ford Ranger , Nissan Frontier e Toyota Hilux , é monobloco , enquanto as demais médias apelam para cabine sobre chassi.

Considerado o mais comum nos veículos produzidos hoje, a estrutura é unida através de diversas partes e tamanhos de chapas de aço por meio de processos de soldagem, rebitagem, colagem e parafusamento e unida ao restante da carroceria, formando uma peça única.

Quanto à motorização, a nova picape da Ram recebe duas opções: 2.0 turbodiesel , unidade que manteve os 170 cv e 38,7 kgfm do Jeep Commander , e o novo motor 2.0 turbo Hurricane a gasolina de 272 cv e 40,8 kgfm de torque , quatro cilindros que já equipa o importado Jeep Wrangler . A diferença é que em ambas as versões da Rampage, a caixa de transmissão automática tem nove marchas , enquanto que no Wrangler, é a automática de oito velocidades.

Laterais entregam um pouco o parentesco com a Toro
Divulgação

Laterais entregam um pouco o parentesco com a Toro

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Inaugurado em 2015, o Polo Automotivo Stellantis conta com uma área construída de 530 mil metros quadrados , dividida entre a linha de produção de seus veículos e um parque de fornecedores com 18 empresas.

Além disso, a capacidade de produção é de 280 mil veículos por ano . De acordo com a Stellantis , a unidade emprega mais de 14,5 mil trabalhadores na planta automotiva e no parque de Fornecedores.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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