Carros e Motos

Eu preciso trocar o para-brisa com trinca circular maior do que 4 cm?

Publicado em


A troca do para-brisa só deve ser feita se a fissura ultrapassar 4 cm e for mais de uma
Divulgação

A troca do para-brisa só deve ser feita se a fissura ultrapassar 4 cm e for mais de uma

Em geral, usa-se como parâmetro para troca quando a fratura é superior a 4 cm . Portanto, se a circunferência do dano for menor ou igual a 4 cm , o para-brisa pode ser reparado sem necessitar a sua troca.

Determinados danos no para-brisas são reparados com tecnologia UV (ultravioleta) , que “seca” a resina aplicada na área danificada e é finalizado com polimento, conforme explica o Gerente de Assistência Técnica para Adesivos e Selantes da Henkel, Célio Renato Ruiz.

É importante salientar que qualquer dano apresentado no para-brisa de um veículo requer avaliação profissional, principalmente quando a trinca, fissura ou arranhão estiver no campo de visão do motorista

E lembre-se que fraturas de tamanhos acima do permitido podem resultar em multa, pontuação na CNH e até apreensão do veículo. O valor da multa de para-brisa trincado é de R$ 195,23. A infração rende ainda cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Leia Também:  PRF realiza a maior apreensão de cigarros de 2024 em Mato Grosso

A resolução 216 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabelece alguns limites referentes a danos no para-brisa em veículos de passeio: pode haver, no máximo, dois danos em um para-brisa, sendo que esses danos não podem ser superiores em de 4 cm de diâmetro em uma configuração circular ou qualquer outro dano acima de 10 cm de comprimento.

Fonte: Carros

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Carros e Motos

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Published

on

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Leia Também:  Por que os sedãs são mais eficientes em consumo de combustível?

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

Leia Também:  O que é cambagem e por que as oficinas oferecem este serviço?

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA